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postado por EOBR e categorizado como Entrevistas
12.10.2019

Em um fim de semana, cerca de quatro anos atrás, Elizabeth Olsen se viu em uma posição invejável tendo uma pilha de roteiros para ler. Em pouco tempo de carreira — sem contar suas aparições quando criança ao lado de suas irmãs mais velhas, Mary-Kate e Ashley — ela já havia recebido elogios por sua performance em “Martha Marcy May Marlene” e ascendeu ao universo da Marvel como Wanda Maximoff, também conhecida como Feiticeira Escarlate.

Mas algo sobre o piloto de “Sorry For Your Loss“, e o papel de Leigh Shaw, uma jovem viúva de luto pela morte de seu marido, que caiu de um penhasco ou pulou, a cativou.

“Eu estava fazendo várias coisas que pareciam fora de mim, e eu realmente queria fazer parte de algo que fizesse eu me sentir em casa”, disse Olsen.

Sorry For Your Loss” rapidamente se transformou em uma queridinha dos críticos, com James Poniewozik do The New York Times, chamando-a de “pedra preciosa.” Segunda temporada, disponível no Facebook Watch, retoma seis meses após a morte de seu marido (Mamoudou Athie, ainda presente em flashbacks) enquanto Leigh segue em frente aos poucos: publicando postumamente a história em quadrinho de Matt, deixando de frequentar o grupo de luto para fazer sexo com o entregador de Postmates. Depois, há o fato desconcertante de que o irmão de seu marido (Jovan Adepo) se apaixonou por ela.

Talvez por conta dos problemas que suas irmãs tiveram com paparazzis, a vida de celebridade nunca foi um atrativa para Olsen, 30, que reflete sobre os filhos que espera ter com seu noivo, Robbie Arnett, da banda Milo Greene.

“Eu nunca quis ter uma certa quantidade de poder na indústria”, disse ela. “Eu realmente amo meu trabalho, estou feliz fazendo só isso e os trabalhos de caridade, vivendo uma vida mais privada possível.

O luto não é algo que a maioria de nós deseja enfrentar. Então, por que não conseguimos nos afastar de Leigh e sua história?

Eu acho que passar pelo luto, seja perdendo um de seus pais, cônjuge ou um melhor amigo, é uma experiência realmente isoladora. E sinto que tentamos ser o mais autênticos possível com a verdade. Também tentamos lidar com doenças mentais e vícios da mesma maneira. Para um programa como nosso, fazer as pessoas se não se sentirem sozinhas e se sentirem vistas é uma experiência especial. E o mais interessante no Facebook é que há uma comunidade integrada para as pessoas, se elas quiserem.

E agora você ganhou sua própria série da Marvel, “WandaVision“, no DisneyPlus, ao lado de Paul Bettany como Visão. O que você pode divulgar?

WandaVision” é um conceito tão incrível. É a primeira vez que poderemos conhecer Wanda como a Feiticeira Escarlate que ela é nos quadrinhos, e isso é emocionante para mim, porque ainda não tinha tido a oportunidade de dar à ela mais destaques na franquia dos Vingadores. Então vai ser divertido. Ela sempre representou saúde e doença mental nos quadrinhos, e seu papel principal é lidar com esse estigma na Marvel.

Eu tenho que admitir que sou um pouco analfabeta quando se trata da Marvel. Onde o Visão entra nisso tudo?

“Isso eu não posso responder, porque ele morreu no último filme. Sinto muito. Eu sei que você não se importaria. Eu conto aos meus amigos, mas não posso lhe dizer. Eles são como você — eles não sabem de nada, então eu conto tudo porque não faz diferença. Eu sei que não vai a lugar algum.

WandaVision” também está associado ao próximo filme do Doutor Estranho, no qual você estrelará com Benedict Cumberbatch. Você pode falar algo sobre?

Doutor Estranho“, eu não sei muito sobre o filme, porque ainda é meio cedo. E depois disso, eu adoraria fazer um filme independente de cinco ou seis semanas, com começo e fim.

“Quando você assina contrato com a Marvel, eles monitoram em que tipo de forma física você está?”

O que é surpreendente na Marvel é que eles nunca, como produtores, dizem algo a alguém para entrar em qualquer tipo de forma física. Eles não têm expectativas de que você seja magro ou forte. Eles assumem que, se você acha que o personagem precisa disso, então tudo bem. Não é algo que eles controlam em você. Eu literalmente perguntei [Kevin Feige, presidente da Marvel Studios], em uma época: “Então, quando posso ter filhos? Quando posso engravidar?” e ele respondeu, “Viva a sua vida e trabalharemos em torno dela.” Não acho que vá acontecer nos próximos cinco anos, mas é algo pelo qual estou realmente empolgada.

Em “Ingrid Goes West“, você interpretou uma influenciadora antes mesmo de isso se tornar algo. Você já sentiu como se tivesse pavimentado o caminho?

Sim, foi muito estranho — seis meses depois. Tudo estava acontecendo tão rápido. A coisa mais engraçada para meus amigos nesse filme foi que eu sou analfabeta quando se trata de redes sociais. Agora eu tenho um Instagram porque o vi como uma oportunidade de negócio, mas estou pronta para me livrar da conta quando for permitido no contrato [como embaixadora da Bobbi Brown]. Mas por enquanto está tudo bem.

Você tem seis milhões de seguidores no Instagram, mas não segue ninguém. Quem te influencia?

Eu estava seguindo designers de interiores e comecei a ver pessoas fazendo cerâmica de todo o mundo, foi incrível assistir seus vídeos e suas técnicas. Eu recebi muitas dicas boas e comecei a gostar muito, então deixei de seguir todo mundo, incluindo meus amigos. Eu pensei que, se eu deixasse de seguir as pessoas, teria que estar mais consciente do conteúdo que gostaria de receber.

Como é alternar entre filmes independentes e filmes da Marvel?

Eu amo trabalhar para a Marvel. Mas a parte do tempo exige que você não esteja disponível para certas coisas, e isso é de partir o coração. Eu acredito que o trabalho é emocionante à medida que envelheço. Eu nunca me senti como uma jovem de 20 anos nas telas e sempre me senti ansiosa para envelhecer. Mas quando se trata de uma trajetória de carreira, também admiro pessoas que viveram muitas vidas diferentes ao longo de sua existência, e eu quero fazer isso. Eu tenho muitas coisas que gostaria de fazer na minha vida. e não se baseia apenas na atuação.

Então, como seria sua próxima vida?

Eu adoraria cursar arquitetura. Eu amaria mudar de casa. Ser dona de uma loja. Morar em uma cidade pequena. É tudo baseado em pessoas que conheci, e, tipo, se você faz isso, eu também posso. Eu só quero criar uma vida o mais saudável possível, pensar sobre filhos e onde elas devem crescer. Eu amo pensar sobre isso tudo.

Fonte: The New York Times.

Tradução e adaptação: Equipe Elizabeth Olsen Brasil.

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